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Capítulo 32 do livroCiência e tecnologia de alimentos: Pesquisas e avanços

Avaliação da qualidade da água de nascentes utilizada por comunidades rurais da bacia hidrográfica do ribeirão são bartolomeu - mg no preparo de alimentos

  • Ana Luiza Valadares FerreiraiD
  • Wilmer Edgard L. PeñaiD
  • Taíla Veloso de OliveiraiD
  • Rodolfo Alves BarbosaiD
  • Clara Suprani MarquesiD
  • Herly Carlos Teixeira DiasiD
DOI10.53934/9786585062060-3213 min de leitura

Resumo

A água é um bem indispensável à vida na Terra. Para além da quantidade de água disponível para consumo, é necessário avaliar a qualidade dessa água, uma vez que pode ser veículo de doenças diversas de origem hídrica. Considerando que existe uma deficiência no sistema de saneamento básico em nosso país, e que uma parcela da população precisa recorrer a sistemas alternativos para ter acesso à água, a presente pesquisa objetivou avaliar a qualidade da água de três nascentes que abastecem comunidades rurais, no município de Viçosa – MG. As amostras foram identificadas como A, B e C, e foram avaliadas quando à dureza, alcalinidade, pH, acidez e cloretos. Além disso, a qualidade microbiológica das amostras também foi investigada quanto à quantificação de bactérias mesófilas aeróbias, coliformes totais e Escherichia coli . As três amostras apresentaram características físico-químicas muito semelhantes, sendo classificadas como água mole (dureza < 50 mg/L de CaCO 3 ), baixa alcalinidade e acidez, e baixo teor de cloretos (< 250 mg/L), atendendo aos padrões de potabilidade estabelecidos pela Portaria de Consolidação nº 888/2021. Quanto à qualidade microbiológica, apenas a amostra A mostrou atender aos padrões de potabilidade, apresentando ausência de coliformes e E. coli . Nas demais amostras, foi verificada presença desses microrganismos. Concluiu-se que apenas a nascente referente à amostra A atendeu aos padrões de potabilidade. Para utilização da água das outras nascentes, foi orientado à comunidade que seria necessário um tratamento prévio para eliminação do risco microbiológico, como desinfecção ou tratamento térmico.

INTRODUÇÃO

A água é essencial para a vida. Apesar de ser um bem abundante no planeta Terra, ela não é utilizável em sua totalidade, visto que está dividida em diferentes formas, como calotas polares, mares, rios, aquíferos, dentre outros. Além disso, apenas uma pequena fração dessa totalidade encontra-se disponível como água doce para consumo humano. As nascentes, por exemplo, são aberturas naturais por onde aflora a água armazenada nos reservatórios subterrâneos para a superfície, originando cursos d’água e represas (1,2). É muito comum em comunidades rurais, sendo, em alguns casos, a principal fonte de água para a população que ali vive. Dessa forma, a água de nascentes pode ser usada para tarefas rotineiras, como o preparo de alimentos; todavia, por situarem-se em ambiente rural, podem estar expostas à contaminação devido à presença de criadouros de animais, como bovinos e suínos. Além dos animais, o destino final do esgoto e o descarte inadequado de resíduos e produtos químicos também são possíveis fontes de contaminação de nascentes, podendo comprometer a qualidade da água ali represada e, consequentemente, a saúde da população que a utiliza (3-5).

A ingestão de água de má qualidade pode acarretar uma série de doenças, que podem variar de leve à grave, dependendo do grau de contaminação, da saúde do indivíduo acometido e dos contaminantes envolvidos (metais tóxicos, produtos químicos, patógenos, etc.). Por esse motivo, quando falamos em água para consumo humano, independentemente desse consumo ser direto ou indireto, é vital que sejam estabelecidos padrões de potabilidade a fim de garantir a seguridade de sua qualidade (6). No Brasil, a Portaria de Consolidação nº 888, publicada pelo Ministério da Saúde em 04 de maio de 2021, estabelece esses padrões (7).

Contudo, é válido ressaltar que, ainda que estabelecidos padrões de qualidade da água para o consumo humano, uma parcela representativa da população mundial ainda não tem garantia da sua obtenção e permanecem expostas a uma série de perigos no que diz respeito à ingestão de água contaminada (8). O Brasil, juntamente com outros 192 países, assumiu o compromisso global que é a Agenda 2030, que visa promover, até o ano de 2030, a proteção ambiental, o progresso social e o crescimento econômico por meio de dezessete objetivos, chamados de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Dentre esses objetivos, ressaltamos o de número seis, que diz respeito a assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para toda população (9).

Nesse contexto, a investigação da qualidade dessa água é importante a fim de verificar se é própria ou não para consumo humano, bem como analisar o risco ao qual a população consumidora está exposta e traçar possíveis medidas visando a redução desse risco. Tendo isso em vista, o objetivo do presente trabalho foi investigar a qualidade de água de nascente utilizada por comunidades rurais localizadas no município de Viçosa, no estado de Minas Gerais. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2021, estimava-se uma população de quase 80 mil habitantes no município mineiro, sendo 93,2% urbana e 6,8% rural (10). Além disso, dados mais recentes do Instituto Água e Saneamento indicam que, em 2021, aproximadamente 4% da população não tinha acesso a água tratada e 17% não possuía coleta de esgoto (11).

MATERIAL E MÉTODOS

Pontos de coleta e amostragem

Inicialmente, foram visitadas quatro nascentes e dois tanques (apresentados na Figura 1) em propriedades rurais localizadas na bacia hidrográfica do Ribeirão São Bartolomeu, em Viçosa, para conhecimento e escolha daquelas que possuíam maior utilização para fins de consumo. Para isso, realizou-se uma pesquisa de campo para tomar conhecimento de quais fins são dados à água proveniente desses locais.

Dos locais visitados, foram selecionadas três nascentes para coleta da água e posterior análises, com base na maior utilização: nascente 1 (Figura 1.a; fonte de abastecimento de residências; a água era filtrada antes do consumo direto ou preparo de alimentos), chamada amostra A; nascente 3 (Figura 1.c; irrigação de hortaliças), chamada de amostra B; e nascente 4 (Figura 1.e; movimentação de moinho d’água e irrigação de hortaliças), chamada de amostra C. As coletas foram realizadas em novembro de 2022, utilizando-se frascos shot de 500 mL previamente esterilizados, abertos apenas no momento da coleta, sendo esta realizada de forma que a boca do frasco fosse dirigida no sentido contrário à corrente, quando possível. Na Figura 2, é possível observar as amostras coletadas.

Com base na legislação vigente e nos padrões de qualidade exigidos, foram realizadas análises físico-químicas e microbiológicas (7).

Análise de dureza

A dureza da água é ocasionada pelos sais de cálcio e magnésio lixiviados pela própria água em seu percurso natural no solo. Na indústria de alimentos, deve ser rigorosamente controlada uma vez que pode provocar incrustações nas superfícies de equipamentos e utensílios (12).

Amostras de 50 mL foram adicionadas de 1 mL de hidróxido de amônio e 3 a 4 gotas de negro de eriocromo T, em seguida, foram tituladas com EDTA 0,01 M até a viragem de coloração vermelha para o azul. A dureza da água foi expressa em mg de CaCO3 por volume de amostra (em L) (13).

Análises de alcalinidade total, pH e acidez titulável

Alcalinidade da água deve-se à presença dos ânions carbonato (CO32-), bicarbonato (HCO3-) ou hidroxilas (OH-), e pode ser definida como a capacidade da água de neutralizar ácidos em solução. Para esta análise, primeiramente foi preparada uma amostra de 100 mL de amostra com 3-4 gotas de fenolftaleína. Se a mistura permaneceu incolor, adicionou-se 3-4 gotas de metilorange, atingindo uma coloração amarela, e titulando-se com H2SO4 0,02 N até obtenção de cor laranja. No caso da coloração laranja ser obtidas apenas com a adição do metilorange, não se prosseguiu com a titulação. Se a mistura inicial com fenolftaleína promoveu uma coloração rosa, a titulação foi realizada diretamente com H2SO4 0,02 N, sem adição de metilorange, até a mistura ficar incolor. A alcalinidade foi expressa em mg de CaCO3 por volume da amostra (em L) (13).

O pH, por sua vez, é um dos principais parâmetros no monitoramento da qualidade dos recursos hídricos por ser um indicativo de contaminações devido à presença de íons H+. Para esta análise, foi medido o pH das amostras com um pHmetro de bancada (modelo PG2000, marca Gehaka, São Paulo, Brasil) (13).

Por fim, foi realizada a análise de acidez titulável, em que uma amostra de 100 mL foi adicionada de 4 gotas do indicador fenolftaleína e titulada com uma solução de NaOH 0,01 N até a viragem de incolor para rosa (13).

Análise de cloretos

Quando presentes na água, os cloretos podem indicar poluição por esgotos domésticos/industriais e agricultura, bem como pelo uso de fertilizantes. Além disso, conferem gosto salino e propriedades laxativas à água. Para investigação da concentração de cloretos nas amostras de água coletadas, foi realizada a titulação de 100 mL de amostra (adicionada de uma pitada de CaCO3 e cerca de 4 gotas de K2CrO4 5%) com AgNO3 0,01 N, até viragem da coloração amarela para tijolo. O resultado foi expresso em mg de cloretos por volume de amostra (em L) (13).

Análises microbiológicas: mesófilos aeróbios

Do ponto de vista sanitário, a grande maioria das bactérias patogênicas de origem alimentar ou hídrica podem ser classificadas como mesófilas, ou seja, sua temperatura ótima de crescimento é na faixa de 35 a 37 ºC. Portanto, essa investigação é imprescindível para se conhecer a qualidade da água em questão. Alíquotas de 1 mL das amostras foram diluídas em solução peptonada (0,1%) e adicionadas em placas de Petri seguida pela incorporação de aproximadamente 15-20 mL de ágar padrão para contagem (PCA) liquefeito (aproximadamente 45 ºC). Após homogeneização, repouso e solidificação do ágar, as placas foram incubadas a 37 ºC por 24 h. Após esse período, foi realizada a contagem das colônias, e a concentração bacteriana foi expressa em unidades formadoras de colônias (UFC) por volume da amostra (em mL) (14).

Análises microbiológicas: coliformes totais e Escherichia coli

Coliformes são bactérias naturalmente presentes no intestino do homem e de animais, portanto, sua presença na água pode indicar contaminação fecal via esgotos ou dejetos uma vez que, em propriedades rurais, pode ocorrer o manejo inadequado de animais ou seu livre trânsito. Visando quantificação desse grupo de microrganismos, alíquotas de 1 mL das amostras diluídas ou não em solução peptonada (0,1%) foram inoculadas em placas Petrifilm EC (3M) e incubadas a 37 °C por 24 horas, para coliformes, e 48 h para E. coli, conforme indicação do fornecedor. Para a contagem, considerou-se colônias vermelhas e azuis, ambas com bolhas de ar, para coliformes, e apenas colônias azuis com bolhas de ar para E. coli. Os resultados quantitativos foram expressos em UFC/mL (14).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados obtidos referentes às análises físico-químicas para as três amostras investigadas, bem como os valores aceitáveis para cada parâmetro conforme preconizado na legislação vigente, estão apresentados na Tabela 1.

Tabela 1 – Resultados das análises físico-químicas.

ParâmetroValores encontradosLegislação
Amostra AAmostra BAmostra C
Dureza (mg CaCO3/L)46,839,543,7≤ 300*
Alcalinidade (mg CaCO3/L)18,028,323,7**
Acidez titulável (mg CO2/L)12,912,322,1**
pH6,947,16,9Entre 6,0 e 9,0*
Cloretos (mg cloretos/L)22,417,519,3≤ 250*

*Portaria de Consolidação nº 888/2021 (7); **Valores não estabelecidos.

Embora o valor máximo permitido para o parâmetro dureza, em água potável, seja 300 mg CaCO3/L de água analisada, é comum classificar a água em três grupos distintos: água mole (0 a 50 mg/L de CaCO3), água moderadamente dura (51 a 150 mg/L de CaCO3); e água dura (151 a 300 mg/L de CaCO3). Na Indústria Alimentícia, por exemplo, é necessário que a dureza da água utilizada seja a mais baixa possível devido aos problemas decorrentes da dureza elevada, como formação de incrustações, danificação de equipamentos, utensílios e tubulações, e ocorrência de acidentes, principalmente em caldeiras, evaporadores e pasteurizadores (12). As três amostras investigadas apresentaram dureza abaixo de 50 mg/L de CaCO3, sendo classificadas como água mole e estando de acordo com o preconizado pela legislação vigente quanto à potabilidade de água.    

A alcalinidade não influencia em questões sanitárias nem consta na tabela dos parâmetros de potabilidade da Portaria de Consolidação nº 888/2021, no entanto, sua avaliação é importante visto que concentrações elevadas podem conferir gosto indesejável à água, que deve ser naturalmente insípida (Nolasco et al 2020). Na literatura, recomenda-se que a alcalinidade não passe de 150 mg/L de CaCO3. Nesse sentido, as três amostras investigadas encontram-se dentro do estipulado. Nolasco et al (2020) (15) avaliaram a qualidade da água no município de Almenara, também em Minas Gerais, e encontraram valores similares ao do presente trabalho em relação à alcalinidade das amostras.  Os resultados de acidez e pH das três amostras corroboraram com os resultados de alcalinidade, confirmando que a baixa concentração de gás carbônico dissolvido, bem como ânions carbonados, e atestando a qualidade da água no que tange esses parâmetros.

A presença de cloretos em concentrações, assim como alcalinidade, pode conferir gosto à água, o que é indesejável de acordo com o Ministério da Saúde em questão de água potável (13). Nesse sentido, as três amostras apresentaram concentrações de cloreto de valores semelhantes e muito abaixo do valor máximo permitido pela legislação vigente (250 mg/L), atendendo a esse padrão de potabilidade (7).

            Quanto às análises microbiológicas, os resultados estão apresentados na Tabela 2.

Tabela 2 – Resultados das análises microbiológicas.

ParâmetroValores encontradosLegislação*
Amostra AAmostra BAmostra C
Mesófilos aeróbios (UFC/mL)4,05 x 10²1,7 x 10³1,1 x 104**
Coliformes totais (UFC/mL)Ausência2,5 x 10¹6,4 x 10¹Ausência
E. coli (UFC/mL)Ausência9,01,2 x 10¹Ausência

*Portaria de Consolidação nº 888/2021 (7); **Valores não estabelecidos

A Tabela 2 mostra claramente que as amostras seguiram um padrão: concentrações populacionais elevadas de bactérias mesófilas aeróbias refletiram igualmente em concentrações elevadas de coliformes totais e E. coli. Nesse caso, as amostras B e C apresentaram-se fora dos padrões de potabilidade de água uma vez que ambas acusaram presença de coliformes, o que pode ser indicativo de contaminação. A amostra A, por outro lado, apresentou a menor concentração populacional de bactérias mesófilas e ausência de coliformes e E. coli, estando em conformidade com a legislação vigente para esse parâmetro.

Conforme dito anteriormente, a nascente 1, de onde foi retirada a amostra A, é a única da qual os moradores da comunidade local utilizam a água para consumo direto e indireto (preparo de alimentos), ao passo que as nascentes de onde foram coletadas as amostras B e C são usadas para irrigação de hortaliça. O uso de água fora dos padrões de potabilidade para irrigação, embora seja uma infeliz realidade no Brasil, onde aproximadamente 35 milhões de pessoas não tem acesso à água tratada, não é uma prática recomendada, uma vez que pode acarretar em problemas de saúde (16). A veiculação de patógenos alimentares da água de irrigação para frutas e hortaliças pode desencadear uma série de doenças, tais como diarreias ocasionadas por E. coli patogênica, salmonelose, cólera, giardíase, dentre outras. Portando, realizar a higienização correta de produtos vegetais é uma necessidade a fim de se evitar a transmissão de doenças e ocorrência de surtos alimentares (17,18). 

CONCLUSÕES

O estudo concluiu que a água coletada da nascente 1 estava em melhores condições sanitárias do que as demais amostras (nascentes 3 e 4), que por sua vez apresentaram indicativo de contaminação devido à presença de coliformes e E. coli. O fato dessas outras amostras estarem contaminadas não implica na total impossibilidade de sua utilização, visto que é possível a realização de tratamentos simples para melhorar sua qualidade. De acordo com o Ministério da Saúde, medidas simples como a filtração seguida por sanitização com hipoclorito ou fervura por pelo menos 5 minutos podem garantir uma água segura do ponto de vista microbiológico, podendo ser consumida pela população. Além disso, vale ressaltar que a água proveniente das nascentes 3 e 4 era usada, principalmente, para irrigação de hortaliças. Estando essa água contaminada por coliformes, a veiculação de doenças por meio de hortaliças contaminadas com água de irrigação é uma realidade, por isso mesmo, ressalta-se a importância do tratamento prévio dessa água para esse fim bem como da correta higienização dos vegetais.

Por fim, sendo o acesso à água potável um direito básico da humanidade, ressalta-se que as empresas de distribuição de água deveriam, quando não for possível abastecer determinada região, realizar análises periodicamente e alertar os moradores sobre a qualidade da água disponível no local, bem como orientá-los quanto a tratamentos possíveis de se realizar para que possam fazer proveito de uma água de melhor qualidade sem riscos à saúde.

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem à Universidade Federal de Viçosa – MG pelo fornecimento de estrutura laboratorial para execução das análises, bem como às comunidades rurais de Viçosa que receberam a equipe de coleta e que tornaram essa pesquisa possível.

REFERÊNCIAS

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  7. Ministério da Saúde (BR). Portaria de Consolidação GM/MS nº 888, de 04 de maio de 2021. Altera o Anexo XX da Portaria de Consolidação GM/MS nº 5, de 28 de setembro de 2017, para dispor sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Diário Oficial União. 07 mai 2021. Edição 85; Seção 1:127.
  8. G1. Falta de acesso à água afeta bilhões e provoca aumento de conflitos no mundo, diz relatório da ONU. 2019 [data de acesso 17 fev 2023]. Disponível em: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/03/18/falta-de-acesso-a-agua-afeta-bilhoes-e-provoca-aumento-de-conflitos-no-mundo-diz-relatorio-da-onu.ghtml
  9. Nações Unidas Brasil. Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. [data de acesso 17 fev 2023]. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/91863-agenda-2030-para-o-desenvolvimento-sustentavel
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  12. Andrade NJ. Higiene na Indústria de Alimentos: Avaliação e controle da adesão e formação de biofilmes bacterianos. São Paulo: Varela; 2014.
  13. Brasil. Fundação Nacional de Saúde – FUNASA. Manual Prático de Análise de Água. 2ª ed. Brasília: Fundação Nacional de Saúde; 2006.
  14. Downes FP, Ito K. Compendium of Methods for the Microbiological Examination of Foods. 4th ed. APHA, Washington, DC; 2001; 676 pp.
  15. Nolasco GM, Gama EM, Reis BM, Reis ACP, Gomes FJS, Matos RP. Análise da alcalinidade, cloretos, dureza, temperatura e condutividade em amostras de água do município de Almenara/MG. Recital - Revista de Educação, Ciência e Tecnologia de Almenara/MG. 2020;2(2):52–64.
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  18. Ministério da Saúde. Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar (DTHA) [Acesso em 17 fev 2023]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dtha
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Acesso aberto sob a licença CC BY 4.0.

Como citar

ABNT
FERREIRA, Ana Luiza Valadares; PEÑA, Wilmer Edgard L.; OLIVEIRA, Taíla Veloso de; BARBOSA, Rodolfo Alves; MARQUES, Clara Suprani; DIAS, Herly Carlos Teixeira. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE NASCENTES UTILIZADA POR COMUNIDADES RURAIS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO SÃO BARTOLOMEU - MG NO PREPARO DE ALIMENTOS. In: PINTO, E. G.; FEITEN, M. C.; MARTINS, W. F.; MEDEIROS, J. A.; OLIVEIRA, K. Á. R. (org.). Ciência e tecnologia de alimentos: Pesquisas e avanços. Agronfy, 2023. ISBN 9786585062060. DOI: https://doi.org/10.53934/9786585062060-32.
APA
Ferreira, A. L. V., Peña, W. E. L., Oliveira, T. V., Barbosa, R. A., Marques, C. S., Dias, H. C. T. (2023). AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE NASCENTES UTILIZADA POR COMUNIDADES RURAIS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO SÃO BARTOLOMEU - MG NO PREPARO DE ALIMENTOS. In E. G. Pinto, M. C. Feiten, W. F. Martins, J. A. Medeiros, K. Á. R. Oliveira (Orgs.), Ciência e tecnologia de alimentos: Pesquisas e avanços. Agronfy. https://doi.org/10.53934/9786585062060-32
Vancouver
Ferreira ALV, Peña WEL, Oliveira TV, Barbosa RA, Marques CS, Dias HCT. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE NASCENTES UTILIZADA POR COMUNIDADES RURAIS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO SÃO BARTOLOMEU - MG NO PREPARO DE ALIMENTOS. In: Pinto EG, Feiten MC, Martins WF, Medeiros JA, Oliveira KÁR, organizadores. Ciência e tecnologia de alimentos: Pesquisas e avanços. Agronfy; 2023. doi:10.53934/9786585062060-32
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